terça-feira, 29 de maio de 2012

#Música | The Baseballs

Imagem: Google

Já imaginou três Elvis Presley de uma só vez? Cantando e dançando rock'n'roll dos anos 50? Se não, hoje eu lhes apresento, então, a banda The Baseballs. É claro que quando falo "três Elvis Presley", me refiro ao modo de cantar e de se vestir.

"The Baseballs" é um trio alemão famoso na Europa, formado em 2007 e composto por Sam, Digger e Basti. Eles são conhecidos, principalmente na internet, por transformar músicas atuais em rock com influência dos anos 50. A originalidade deles é incrível, fico pensando em como eles conseguem transformar tudo com tamanha perfeição. 

Até o momento o trio já lançou três CDs e, como a especialidade deles é justamente dar uma nova cara aos hits famosos, todos os álbuns só contam com covers muito bem produzidos. Dentre os covers há "Umbrella", de Rihanna; "Candy Shop", do 50 Cent; "Poker Face", de Lady Gaga; além de músicas de Ke$ha, Katy Perry, Britney Spears, Maroon 5, Beyoncé, Snow Patrol e muitos outros artistas.


Se você já está cansado de ouvir as mesmas músicas nas rádios e não aguenta mais aquelas músicas pops que parecem ter a mesma cara, ouça a "The Baseballs", pois eles pegam essas mesmas músicas enjoativas e dão uma nova roupagem a elas, as vezes deixando-as melhores do que as originais. As versões deles são maravilhosas.

Para mais informações do trio, você pode acessar www.thebaseballs.com ou procurar pelas versões deles no youtube. Lá, além de ter o canal oficial do grupo (http://www.youtube.com/user/TheBaseballs) com clipes e outras curiosidades, há vários vídeos de apresentações em shows e outros covers que não estão incluídos nos CDs. Acreditam que eles já fizeram um cover de "Ai se eu te pego", do Michel Teló? Pois é! A versão ficou tão boa, que você até se esquece da original sofrida e chata de ouvir, rs.

Agora vejamos dois clipes deles:

Hello (versão da música de Martin Solveig)

Candy Shop (versão da música de 50 Cent)

Muito bom e super original, não é? Aprecie, você não vai se arrepender!

O que achou da dica?

Deixe seu comentário e fale se você não se apaixonou pelo trio! ♥

Beijos :)


quarta-feira, 23 de maio de 2012

#Livro | Pretty Little Liars - Maldosas


Este livro já não deve ser novidade para muita gente, principalmente para quem conhece a série de TV de mesmo nome. Mas como eu sou meio atrasada no quesito "leitura de livros famosos", só tive a oportunidade de lê-lo agora. E já posso até a me atrever a dizer que não pretendo parar de ler as continuações por um bom tempo.

"Pretty Little Liars - Maldosas" é a primeira parte de uma série de doze livros escritos por Sara Shepard. Esta parte nos dá uma introdução para a amizade entre Alison, Emily, Spencer, Aria e Hanna, cinco adolescentes de aproximadamente 13 anos, que moram em Rosewood, uma cidade onde todos parecem viver da aparência. A líder do grupo é Alison, uma garota extremamente mandona, que sempre consegue persuadir as meninas a fazer o que ela quer e é a única que sabe dos segredos mais íntimos de todas. Desta forma, a amizade delas é fincada em segredos em comum e mentiras. Quando Alison desaparece misteriosamente em um certo dia, os segredos das garotas parecem desaparecer também e elas, de certo modo, se veem tranquilas quanto a isso, mesmo que o desaparecimento da amiga as preocupe.

Três anos se passam e nenhum sinal de Alison. A vida das quatro garotas mudou consideravelmente e nenhuma delas mais fala uma com a outra. Emily passou a se dedicar integralmente para a natação; Spencer se "jogou de cabeça" nos estudos e tenta ser a melhor em tudo; Aria foi passar um tempo na Islândia com a família; e Hanna, antes gordinha, emagreceu e agora vive de sua aparência. Tudo vai bem na vida das garotas, até que algumas coisas começam a acontecer para assustá-las.

Assim que Aria volta para Rosewood, todas começam a receber recados de alguém chamado "-A", que diz saber de todos os segredos delas, segredos esses que só Alison sabia. Além disso, "-A" também parece estar vigiando todas elas, pois sabe de coisas que acontecem no presente. As meninas, é claro, pensam que esta pessoa misteriosa é Alison. No entanto, quando alguém supostamente encontra o corpo de Alison enterrado no quintal da casa dela, as meninas percebem que é uma outra pessoa querendo vingança. E é a partir dos segredos, das mentiras e de todo o mistério de "Quem é -A?" e "Quem matou Alison?" que a trama se desenrola.

O livro é escrito em terceira pessoa e cada capítulo é atribuído a uma garota, então dá para ter uma visão ampla da vida e dos medos e receios de cada uma delas. A narração é bem simples, o que deixa a leitura bastante fluída, dá para ler o livro em um dia. No início eu achei as coisas um pouco confusas, pois não há muitas descrições físicas das meninas e as coisas aconteciam rapidamente. Isso me deixou com certa dificuldade de imaginá-las direitinho, ainda mais porque era tantas meninas, mas com o decorrer da história você passa a se acostumar e a ter mais "intimidade" com elas. 

Gostei da forma como Sara construiu a personalidade de cada uma das garotas. Apesar da narrativa ser em  terceira pessoa, como já mencionado acima, dá para notar a sutil diferença de um capítulo para outro na forma como cada personagem vê as coisas. A personalidade delas foi tão bem elaborada, que quando você lê o nome dos capítulos, já sabe de quem ele falará.

Quanto ao mistério que ronda a vida das garotas, eu achei nota dez. Todas as possíveis teorias que você faz em relação a isso se mostram erradas mais lá para frente. Cada coisinha é bem feita, de maneira que você não consegue achar o suspeito mais adequado. O suspense está presente em cada capítulo, fazendo com que você leia loucamente na tentativa de desvendar e descobrir todas as respostas ainda não encontradas. E falando em suspense, eu me arrepiava com cada mensagem de "-A". Era como se esta pessoa estivesse me vigiando também, de tanto que eu absorvi a história.

Já em relação aos segredos pessoais das garotas... Sinceramente? Achei bastante fracos, pensei que seriam muito mais sérios. É óbvio que para meninas tão jovens, os segredos que cada uma guarda são grandes demais para arruinar com a imagem de todas. Por isso eu acho que elas são ingênuas a ponto de se preocuparem com esses segredos. Alguns deles poderiam ser facilmente contornados se não fosse o medo delas. Os únicos mais compreensíveis e que poderiam mesmo trazer consequências sérias, são os segredos de Aria e Spencer. O resto não é tudo aquilo - pelo menos para mim. Entretanto, em relação ao segredo em comum que elas guardam... Esse sim é complicado. 

Adorei a capa do livro e o conceito que traz. Na capa nós vemos uma boneca, a representação de uma pessoa perfeita e facilmente manipulável. As meninas são exatamente isso: vivem da aparência e são manipuladas por causa de segredos que escondem. 

O que eu mais gostei desse livro foi a maneira que Sara encontrou de misturar o mistério e suspense com o mundo adolescente. Não tem personagens enjoativas, tão "fresquinhas" a ponto de deixarem a narrativa maçante. 

E como muitos devem saber, já que é bastante famosa, existe uma série baseada no livro. Ainda não acompanhei direito por pura preguiça, assisti apenas dois episódios para comparar e posso dizer que até está fiel, mas com algumas alterações que não me agradam tanto, como a aparência física de alguns personagens e o fato de terem mudado o tempo que a história se passa. Apesar disso, eu recomendo para quem ainda não tem nenhuma noção da história e quer ficar sabendo. A série é transmitida pelo canal à cabo Boomerang e está em sua segunda temporada, no Brasil - prestes a iniciar sua terceira temporada, creio eu.
Então aqui fico com a dica de hoje. O que você achou?

Não esquece de comentar!

Beijos :)

sábado, 19 de maio de 2012

#Série | New Girl


Mesmo que esta série tenha estreado há um mês, só agora tive a oportunidade de assisti-la desde o primeiro episódio. Eu não estava com grandes expectativas, pois havia escutado alguns comentários não muito animados sobre ela. Eu mesma já tinha assistido a um episódio e fiquei meio que com um pé atrás. Não me senti motivada. Mas, como 15 episódios da série vieram parar em minhas mãos, decidi dar uma chance. Oras, por que não, não é mesmo? Tem a fofa da Zooey Deschanel como protagonista, isso já é um incentivo a mais.

"New Girl" centra-se nas confusões e loucuras de Jess, uma moça meio esquisita e "lelé da cuca" que, depois de pegar o namorado no flagra traindo-a, decide procurar um novo lugar para morar. Ao procurar na internet por um apartamento, acaba parando na casa de Nick, Schmidt e Coach (que a partir do segundo episódio será substituído por Winston), três solteirões com personalidades diferentes, mas que são amigos bem próximos. Quando Jess muda-se para o apartamento, eles terão que se adaptar aos hábitos um tanto estranhos dela, como, por exemplo, cantar a qualquer momento e fazer danças constrangedoras. Ao mesmo tempo que eles passam a conhecê-la, precisam também ajudá-la a superar o fim do relacionamento, assim como ensiná-la mais sobre a vida. E ela, de uma forma meio torta, acaba ensinando-os muitas coisas sobre eles mesmos.


Achei a série engraçadinha, dá para arrancar umas risadas, porém as piadas, em sua maioria, são forçadas demais. Tem algumas coisas ali que você percebe que foram feitas para te fazer rir, mas você não consegue esboçar nem um sorriso. Talvez isso aconteça porque a personagem principal é meio maluca, então certas coisas que ela faz não têm sentido algum, acabam ficando meio bobas. 

O que eu gostei mesmo foi das personalidades bem definidas dos personagens secundários. Nick é um barman que se faz de forte, mas que na verdade é um grande romântico que ainda sofre com o fim do seu relacionamento com Caroline, sua antiga namorada, a quem ele sempre telefona quando está bêbado. Schmidt é o típico garanhão, sempre azarando as mulheres e falando besteiras em momentos inapropriados, e no final não consegue ficar com mulher alguma. Winston é um jogador de basquete que agora procura um novo emprego fora das quadras. E também há Cece, melhor amiga de Jess, uma modelo, bonitona, independente, que não se deixa cair nos charmes de qualquer homem.


Uma coisa que eu achei muito chata foi a saída de Damon Wayans Jr, que interpretava Coach. Ele só participou do primeiro episódio e depois teve que abandonar a série, pois estava com um outro trabalho e não poderia permanecer. A saída do personagem dele foi mal explicada, poderiam ter feito melhor, assim não ficaria confuso. Fora que eu achei que o personagem fazia uma grande presença no grupo. Enquanto Nick é o romântico, Schmidt o garanhão, Coach era o grosseiro, que não sabia como conversar com uma garota. Isso era até engraçado, porque ele falava como se estivesse conversando com um homem. Mas tudo bem, colocaram Winston no lugar.

Cada episódio da série dura em média 20 minutos, então algumas coisinhas passam rápido demais, não dá tempo de respirar. Entretanto, para quem gosta de uma distração, "New Girl" é uma ótima opção, dá para assistir numa boa.

Agora eu deixo vocês com uma foto mostrando quem é quem na série (Clique na imagem para ampliar) e o trailer. Veja abaixo:




Aqui no Brasil, a série é transmitida todas as quartas-feiras, às 22:30, no canal à cabo Fox. 

E aí, gostou da dica?

Beijos :)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

#Moda | O estilo de Eliza Doolittle



Visual despojado, com influências retrô, muita cor, combinação de estampas, shorts curtos, saias rodadas, vestidos colados e curtos, e muitos, eu digo, muitos tênis... Acredito que seria assim como eu descreveria o estilo da cantora britânica Eliza Doolittle.

Eu já havia comentado o quanto gosto da forma como ela se veste, quando falei um pouco sobre a música dela nesse post aqui. Eliza sempre está por dentro das novidades da moda, tanto é que de vez em quando é vista em desfiles de moda e, assim como eu acho que deve ser, ela adapta as tendências para o estilo e a personalidade dela, usando aquilo que acha que fica confortável no corpo.

Os visuais dela são sempre divertidos e bem fáceis de se inspirar. Não pede muita coisa e os acessórios também são simples. O negócio aqui é saber combinar as estampas, porque a Eliza as usa bastante.

Vejamos algumas fotos (clique nas imagens para aumentá-las):


No dia-a-dia e em seus shows, Eliza costuma usar shorts de cintura alta, mini-shorts, mini-blusas, camisetas, regatas e tênis de cano médio e alto. E falando em tênis, ela tem vários da marca Nike, que são quase a sua marca registrada e, acredito eu, seu maior xodó. Este aqui é um visual mais descontraído, bem moleca. 


Até mesmo em eventos, quando geralmente se usa uma coisa mais produzida, ela não tira os tênis dos seus pés. Para algumas pessoas pode até parecer estranho e não cair muito bem, porém  nela fica perfeito, porque combina com o que ela gosta e se propõe vestir de acordo com sua personalidade. Eu, particularmente, não usaria os tênis com um vestido mais sofisticado, como o vermelho, mas como ela é artista e um artista pode desfrutar da extravagância, fica legal.


Engana-se quem pensa que ela só calça tênis. Como já falado, os tênis são sim seu maior xodó, mas as vezes, quando a produção pede um toque a mais, ela usa sapatos de salto. E quando ela usa, os saltos são bem altos e os sapatos no estilo retrô. Veja como ela também gosta de usar vestidos curtos e que a deixam bem curvilínea, como visto em algumas das imagens acima.


Assim como os shorts, Eliza gosta de usar saias de cintura alta, geralmente bem rodadas e soltas, combinadas com mini-blusas ou bustiês. Se ela não opta por isso, escolhe saias bandage, daquele estilo bem colado ao corpo (que eu esqueci de colocar na montagem para exemplificar. Meu erro :/).

Só por essas fotos já deu para perceber como Eliza não é de usar maquiagem forte. Ela sempre usa uma maquiagem mais básica, sem muita produção, dando a ela um ar mais natural. Nos olhos há sempre um delineado preto, as vezes no estilo gatinho, e na boca um batom rosa ou vermelho. E os cabelos, na maioria das vezes, soltos e valorizando os cachos.

Como podemos ver, a influência dela é mesmo o retrô. O mais legal é que ela faz uma grande releitura dessas influências e acaba ficando bem "moderninha". Eliza costuma misturar cores e estampas sem ficar em desarmonia, o que é uma tarefa bem difícil e precisa ser analisada com todo o cuidado, senão acaba ficando exagerado.

Demais esse estilo, né? Se você quer fazer uma combinação bem parecida como essas, não encontrará tanta dificuldade "financeiramente" falando. São baratas e fáceis de fazer. A única coisa que pesaria mais no bolso é o tênis, que é um pouco caro - afinal, estamos falando da Nike. Mas, se você não quiser, pode optar por outra marca barata.

Então, gostou desta dica?

Deixa um comentário!

Beijos :)

domingo, 13 de maio de 2012

#Especial dia das mães: Os vários tipos de mães

"Mãe é tudo igual". Quem nunca ouviu essa frase? Apesar de a maioria das mães possuírem algumas coisas em comum, há inúmeras outras coisas que as fazem ser diferentes e marcantes. Independente disso, uma mãe deve ser aquela que ampara, cuida, educa, dá amor e carinho ao seu filho. Por isso, em comemoração ao dia das mães, resolvi fazer um post mostrando os vários tipos de mães, tanto da literatura quanto do cinema e da televisão. 

As mães na literatura

Lilian Potter (Série Harry Potter): A mãe lutadora - Para salvar o filho das garras de Lord Voldemort, lutou até o fim para que o maior inimigo dos bruxos não fizesse mal ao filho dela. Lilian ofereceu sua vida em troca da vida de Harry, salvando-o.

Molly Weasley (Série Harry Potter): A mãe-urso - É uma mulher muito carinhosa e zelosa e fica no pé dos filhos para que eles se comportem bem. É forte, guerreira e preocupada com o bem-estar da família, a quem defende com unhas e dentes. 

Renée Dwyer (Saga Crepúsculo): A mãe-criança - Meio avoada e até mesmo sem muita maturidade, ela cuidou sozinha da filha quando decidiu se separar do marido. Por comportar-se como uma pessoa mais jovem, acabou sendo uma espécie de "filha" para Isabella Swan, sua filha, quem cuida mais dela do que ela a si própria.

Brooke Cavendar (Derby Girl): A mãe ausente - Não liga para os gostos das filhas, vindo então a impor os seus. É obcecada por concursos de beleza e acaba jogando suas frustrações em suas filhas.

Dona Benta (O Sítio do Pica-pau Amarelo): A mãe-avó - Senhora carinhosa, bondosa e amorosa. Cuida dos seus netos, Narizinho e Pedrinho, como se fossem seus filhos e os ajuda na maioria das situações.

As mães no cinema

Sara Fitzgerald (Uma Prova de Amor, 2009): A mãe cuidadosa - Ela é capaz de fazer e dar tudo pela saúde de sua filha que sofre de leucemia aguda. Para mostrar que sempre estará ao lado da filha e a apoiará no período do tratamento, Sara raspa todo o cabelo.



Michaela Odone (Óleo de Lorenzo, 1992):  A mãe guerreira - Quando seu filho é diagnosticado com uma doença degenerativa que não tem nenhuma forma tratamento, ela faz de tudo para encontrar a cura. Faz pesquisas por conta própria sobre a doença e possíveis formas de tratamento, até achar uma fórmula que faria seu filho viver por mais tempo. 



Leigh Anne Tuohy (Um Sonho Possível, 2009): A mãe zelosa - Ela tinha uma vida maravilhosa, era uma esposa dedicada e uma mãe maravilhosa. Quando fica sabendo sobre a vida de Big Mike, um rapaz negro e sem lar, ela decide adotá-lo e fazer de tudo para que Mike alcance todos os sonhos dele, indo contra toda a sociedade alta e preconceituosa.




Jacey Jeffries (Mãe aos Dezesseis, 2005): A mãe adolescente - Depois que fica grávida aos 16 anos, decide ficar com o seu bebê, vindo então a passar por várias dificuldades, não só pela falta de comunicação com sua mãe, mas também o preconceito que enfrenta por ter tido um filho na adolescência.



Christine Collins (A Troca, 2008): A mãe confiante - Assim que seu filho desaparece num dia comum, ela começa a procurar ensandecidamente por ele, sempre tendo esperança que um dia ele apareceria. Ela passa por perigos, mas nunca desiste.


Telly Paretta (Os Esquecidos, 2004): A mãe persistente - Depois que seu filho some num acidente de avião, fica deprimida e atormentada, fazendo com que as pessoas a sua volta se preocupassem com ela. Quando começam a falar que seu filho nunca existiu, ela tenta a todo custo provar a todos que seu filho existe e que ela própria não está louca. Assim ela entra em uma grande busca para saber o paradeiro do filho.







As mães na televisão

Dona Nenê (A Grande Família): A mãe atrapalhada - Para defender a família ela é capaz de tentar resolver as coisas do seu jeito, o que a faz sempre se meter em muitas trapalhadas. É a típica dona-de-casa que gosta de ver a família reunida.



Jay Kyle (Eu, a Patroa e as Crianças): A mãe complexada - Depois que perde seu emprego, passa a ser dona-de-casa, o que a deixa preocupada em perder sua independência. Ela está sempre se preocupando com a aparência e com o quilos a mais que ganha com as confusões e estresses da família.



Rochelle (Todo Mundo Odeia o Chris): A mãe estressada - Ela é super sincera quando tem que botar juízo na cabeça dos filhos Chris, Drew e Tonya. As vezes é severa e dura, mas no fundo, com seu gênio forte, ela ama e educa os filhos da forma que pode. É "pobre soberba", sempre se preocupando com o que as pessoas vão achar a seu respeito.


Dona Florinda (Chaves): A mãe protetora - A qualquer situação ela está a postos para proteger o seu filho, Quico, e bater em quem ousar mexer com ele. As vezes defende e passa a mão na cabeça do filho mesmo quando ele está errado e ela tem noção disso.



Evelyn Harper (Two and a Half Men): A mãe megera  - Seus filhos, Charlie e Alan, estão sempre correndo dela. Apesar disso, ela tem uma forma meio torta de amar os filhos, mesmo que seja sincera demais a ponto de apontar as frustrações de cada um, principalmente Alan.


Lorelai Gilmore (Gilmore Girls): A mãe-amiga - Teve sua filha, Rory, muito cedo, por isso as duas possuem uma relação muito aberta para conversas de variados temas, fazendo assim com que elas pareçam mais amigas do que mãe e filha. É uma mulher de um grande senso de humor e de espírito livre.








Foi até um pouco complicado de lembrar de todas essas e, provavelmente, eu estou esquecendo de alguma importante. É bem capaz de eu começar a me lembrar depois que este post for ao ar, mas tudo bem, vou dar uma trégua ao meu cérebro, rs. Se você se lembra de alguma, me fale nos comentários :)

Enfim... Hoje dê um grande abraço naquela que esteve sempre de braços abertos para lhe amparar e diga a ela o quanto você a ama. As palavras e os gestos de carinho valem mais do que qualquer presente, pois o presente, um dia, pode estragar, mas as palavras de amor permanecerão nas lembranças.

FELIZ DIA DAS MÃES!

Beijos :)


quarta-feira, 9 de maio de 2012

#Divagando | Vampiros, anjos e bláblá

Imagem: We Heart It.com

Parece que depois que a Saga Crepúsculo ganhou seu espaço e virou fenômeno, as editoras começaram loucamente a publicar livros sobre vampiros, de tal forma que chega a exaustão de tanto ver livros sobre o mesma tema e com enredos parecidos nas prateleiras das livrarias. Claro que antes mesmo de "Crepúsculo" existir, já existiam milhares de autores consagrados com obras que falavam sobre vampiros. A única diferença é que essas obras possuíam leitores bem seletos, logo não era todo mundo que lia. Hoje não. Todo mundo lê sobre vampiro e isso é um prato cheio para as editoras.

Com isso tudo, os autores começaram a se sentir mais livres para escrever um enredo que envolvesse o mundo adolescente com o sobrenatural e/ou mitologia, já que há um público grande para tal, fazendo então surgir uma nova "vertente" tão forte quanto os vampiros... Os anjos. E pior: as capas dos livros e os enredos são parecidos, com a única diferença é que as mocinhas não se apaixonam perdidamente e possuem um caso de amor impossível por vampiros, mas sim por anjos - que ninguém sabe serem anjos, apenas a protagonista descobre este segredo.

É sempre a mesma coisa. A mocinha é uma menina perdida ou bem esperta, conhece o anjo em alguma situação da vida, eles passam por aventuras (*insira aqui a voz do narrador da Sessão da Tarde*), se apaixonam e bláblá whiskas sachê. Já posso dormir?

O que eu posso dizer com propriedade é que inúmeros livros sobre anjos foram publicados de, pelo menos, três anos para cá. Não lembro de já ter visto algo sobre isso anteriormente, só sei que eu vejo muito hoje em dia, tanto que até enjoa. Se não é isso, a protagonista tem poderes sobrenaturais.

Veja bem: em nenhum momento eu abomino a existência de tais livros, o que quero colocar em questão é o fator originalidade. Parece que ultimamente o que mais se tem por aí é um enredo do estilo "menina apaixona-se por menino estranho e misterioso" ou "menina tem poderes sobrenaturais e precisa descobrir o valor da vida". Entenderam aonde quero chegar?

Apesar disso tudo, estou aberta para ler novos livros. Ainda não li nada sobre anjos pelos fatores comentados acima, mas já pretendo ler algum para ver se minha opinião muda ou se continuarei a bater na mesma tecla.

E você aí, o que acha?

Beijos :)

domingo, 6 de maio de 2012

#Livro | Derby Girl


Escrito por Shauna Cross, "Derby Girl" conta a estória de Bliss Cavendar, uma garota indie de 16 anos, excêntrica, irônica, cheia de personalidade e "boa demais" para morar na sua cidade natal. Ela não vê a hora de poder conseguir a independência e se mudar de Bordeen, cidadezinha no interior do Texas, onde, segundo ela, não há nada para fazer e as pessoas parecem ter parado no tempo. Esse grande marasmo da cidade faz uma ironia ao nome de Bliss que, se traduzido para o português, significa "felicidade plena" - e felicidade é a última coisa que ela tem no meio de tanto tédio.

Ela jura ter sido adotada, pois não consegue entender como pode ter nascido de pais tão "estranhos" e diferentes dela. Brooke, a mãe de Bliss, é uma mulher viciada em concursos de beleza e parece viver da glória de um dia ter se tornado Miss Bluebonnet (garota propaganda da fábrica de sorvete da cidade). Como virou uma tradição as mulheres da família terem um dia conseguido o posto de Miss, Brooke obriga Bliss a participar destes concursos, o que, é claro, não tem muitos rendimentos, já que a menina nunca se esforça para ganhar alguma coisa, diferentemente de Shania, irmã de Bliss, que adora ser paparicada com as frescurites de "mulherzinhas". Brooke é a clara visão daquelas mães que jogam suas frustrações nas filhas e não se importam com a opinião delas. E Carl, pai de Bliss, é um homem sem voz ativa dentro de casa, é o típico pai que parece fechar os olhos para os absurdos da esposa.

Todos na cidade de Bordeen são "certinhos" e seguem as "regras" do modo como elas têm que ser. Bliss é o oposto disso, é claro. A única pessoa que parece com ela é sua melhor amiga Pash Amini, uma árabe-americana estilosa, esperta, inteligente e com os hormônios explodindo, como toda adolescente nesta idade. As duas se completam perfeitamente e se não fossem "impopulares" (esse termo existe mesmo?), seriam o grande destaque da cidade pacata. 

Um dia, quando Bliss vai até Austin (capital do Texas) com sua mãe para fazer compras no shopping, ela pega um panfleto que informa sobre a apresentação da liga de Roller Derby da cidade. Mesmo sem saber muito sobre o esporte, esta parece ser a oportunidade certa para sair do tédio de Bordeen. E é então, desta forma, que Bliss entra no mundo das "derby girls" e finalmente consegue achar um grupo com o qual se identifica e a partir dele pode viver de suas próprias glórias, sem, é claro, antes de passar por muito sufoco e conhecer garotos irresistíveis. 

Para quem não sabe, já que não é muito conhecido, o Roller Derby é um esporte praticado apenas por garotas. Seria uma espécie de patinação, em que dois grupos se digladiam para mostrar resistência. É bem violento e bruto, tem que ter muita força de vontade e coragem para participar, porque além das regras um tanto complexas, o negócio não é fácil e nem para qualquer uma. Apesar da brutalidade, há um toque feminino, que pode ser visto nas roupas estilosas, na maquiagem e nos penteados das garotas. Eu acho muito interessante e adoro o visual das meninas que praticam, mas não me aventuraria a participar, eu sairia quebradinha, rs.

Capa do livro em inglês
O livro tem capítulos curtos e uma narrativa muito fácil de acompanhar, dá para ler num piscar de olhos. É até mesmo uma narração engraçada, parece que você consegue ouvir uma adolescente falar do seu lado. Shauna Cross conseguiu captar certinho o pensamento de uma garota de 16 anos, usando expressões que só uma garota dessa idade falaria. Não tem nada de rebuscamento na linguagem, tornando a leitura bem mais leve. E embora o livro grite do início ao fim ter sido feito diretamente para um público jovem, o que pode fazer com que muitas pessoas o rejeitem, eu ainda acredito que vale a leitura apenas por trazer as impressões sobre o Roller Derby, que mesmo sendo um esporte, traz consigo toda uma cultura e uma maneira de pensar - o que para mim é fascinante.

Logo no início da estória, os diálogos são curtos e bem corridos. Acredito que isso tem a ver com o fato de que a vida de Bliss, aquela altura, não era tão interessante a ponto de ter diálogos consistentes. Porém, mais lá para frente, à medida que a trama se desenvolve, os diálogos começam a aparecer com mais frequência e fazem um link com a vida já agitada de Bliss quando ela se envolve com as "derby girls".

O que diferencia "Derby Girl" de tantos outros livros feitos para jovens, é que a personagem principal, por si só, já é cativante. Ela não é mais uma adolescente que vive naquele mundinho cor-de-rosa repleto de grifes caras e de gente chata, Bliss se destaca por sua "rebeldia". E eu agradeço por isso.

Eu adorei a capa nacional do livro, mas ainda prefiro a capa norte-americana, porque faz ainda mais jus à personalidade de Bliss e do Roller Derby.

Para quem quer saber mais sobre a estória do livro, eu sugiro assistir a adaptação do mesmo para o cinema. O filme foi dirigido pela linda da Drew Barrymore e tem a Ellen Page (Juno) no papel de Bliss Cavendar. No Brasil o filme se chama "Garota Fantástica" (Whip It, em inglês) e foi bem adaptado, com algumas coisinhas diferentes, mas que no final acabam ficando irrelevantes se formos ver que nem sempre é possível adaptar com perfeição. Para mim, a diferença maior mesmo foi que, no filme, Bliss é um pouco parada em relação ao que ela é no livro. Mas, de uma forma geral, eu adorei o filme e o indico também.
Bem, então é isso. Espero que tenham gostado da dica de hoje!

Beijos :)



quarta-feira, 2 de maio de 2012

#Filme | Tomboy

Imagem: Retirada da Google

Surpreendente e maravilhoso de uma forma bem leve, "Tomboy", um filme francês de 2011 e dirigido por Céline Sciamma, consegue falar de forma sutil sobre os conflitos internos de uma garota de 10 anos, que não sabe bem o motivo de ser menina, mas gostar tanto de coisas de meninos e até se comportar como um.

O filme começa nos apresentando um menino comum, desses magricelos que vemos aos montes por aí, chegando a uma nova casa, em outro bairro, com seus pais e sua irmã caçula, Jeanne. Mas, apesar de parecer tão comum, ele não é. Descobrimos então que "ele", na verdade, é "ela" e se chama Laure.

Como é nova no bairro, Laure vai atrás de pessoas para fazer amizade. Usando o fato de não conhecer ninguém, ela passa a se apresentar para as pessoas como Mikaël. Laure/Mikaël faz logo amizade com Lisa, uma garota que a apresenta aos meninos do bairro e quem, mais tarde, terá uma "quedinha" por ela. Fingindo ser um menino, ela leva a farsa adiante, sem se preocupar com as sérias consequências que isso poderia acarretar.

O que é interessante perceber neste filme, é que os pais de Laure não tentam forçá-la a se comportar como uma garota comum. Eles aceitam a menina gostar de se vestir de forma masculinizada, mas ao mesmo tempo parecem não compreender a não identificação dela com o seu sexo. Quem parece compreender mais é a sua irmã, que mesmo sendo uma criança de apenas 5 anos, consegue entender que Laure gosta mais de coisas de meninos e a aceita da maneira como é. E isso é um outro ponto que deve ser notado. As duas irmãs são muito ligadas e cúmplices, mais do que com os outros próprios pais.

"Tomboy" foi indicado a vários prêmios na categoria LGBT. Apesar disso eu ainda acredito que o filme em si não fala sobre o homossexualismo já presente na vida de uma criança (quase pré-adolescente) de 10 anos, mas sim de uma menina que está se descobrindo, tentando achar seu local no mundo e que claramente nasceu no "corpo" errado.

Quem dá um show, lógico, é a pequena atriz Zoé Héran, que interpreta Laure/Mikaël. Grande parte do filme eu fiquei achando que não era uma atriz e sim um ator interpretando uma menina "tomboy" (em inglês o termo refere-se a meninas que possuem características masculinas). A expressão corporal dela está um máximo. Ela se porta e fala como um menino e consegue expressar sua confusão através dos olhos, sem precisar abrir a boca.

Zoé Héran
Como eu não a conhecia, fui atrás de informações da garota para saber se ela se comportava daquela forma mesmo ou se teve que passar por todo um processo de caracterização. E o que achei nas pesquisas é que, sim, ela teve que aprender a se portar como um menino. Zoé emagreceu e teve que cortar radicalmente os cabelos, que antes eram compridos. Até mesmo a voz ela mudou para fazer Laure/Mikaël - isso, pelo menos, foi o que eu percebi quando fiz a comparação entre o filme e uma entrevista dela.

O filme centraliza-se mais nas crianças, tanto é que os nomes dos adultos nem são citados. As crianças dão a leveza necessária ao assunto abordado e até servem para mostrar como certos pensamentos estão enraizados desde cedo, que a sociedade quer nos preparar a seguir certas "regras". Isso pode ser visto, por exemplo, quando os meninos - do grupo o qual Laure fazia parte - dizem que uma menina beijar outra menina é nojento, é errado. Quanto as crianças, Malonn Lévana, que interpretou Jeanne, também deu um show a parte. Parecia que ela estava brincando enquanto participava do filme, tudo fluía perfeitamente para uma garota pequena como ela. O elenco foi super bem escolhido.

Aqui no Brasil, "Tomboy" não estreou em grandes salas de cinema e nem em todos as capitais, então foi bem mais difícil ficar sabendo deste ótimo trabalho. Se não me engano, o filme só chegou no Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. Mas para quem se interessou, eu sugiro que baixe o filme ou procure em alguma locadora da cidade. Não sei se já está disponível em DVD e se não tiver, há sempre o bom download, não é? Só não deixe de assistir!

Vou postar logo abaixo dois trailers do filme, um legendado em português e o outro em inglês, porque achei que os dois se completam. Lá vai:




É isso aí, espero que vocês tenham gostado desta dica e assim que possível possam assistir ao filme. Não esqueçam de deixar aquele comentário legal falando sobre o que acharam do post.

Beijos :)