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terça-feira, 12 de junho de 2012

#Especial Dia dos Namorados: Casais famosos

Se tem uma época em que o amor parece andar solto, é a época que o dia dos namorados se aproxima. E é justamente por isso que hoje, nesta data especial para os mais românticos, trago uma lista com alguns casais conhecidos e que marcaram de certa forma.

Jack & Rose (Titanic, 1997) - Quem não torceu para esse casal, não é mesmo? Torceu desde o momento em que eles se conheceram e sofreram alguns percalços por causa de diferenças sociais. E quem também não ficou inconsolado com a morte de Jack, quando ele e sua amada haviam conseguido se salvar do naufrágio do Titanic? Algumas pessoas até hoje não se conformam com isso, principalmente com o fato de Jack não ter conseguido subir naquele maldito pedaço de madeira que foi o responsável pela sobrevivência de Rose.

Danny & Sandy (Grease, 1978) - O típico casal completamente diferente, em que uma menina "certinha" se apaixona pelo "bad boy" e vice-versa. Quem não ficou chateado quando Danny, para fazer "tipo", finge não conhecer Sandy quando eles se reencontram depois de terem vivido um verão inteiro de paixão? E quem, mais ainda, não torceu para que eles ficassem logo juntos, mesmo com tantas diferenças?

Johnny & Baby (Dirty Dancing, 1987) - Casal sensual que se conhece no verão, quando Baby vai passar as férias com sua família em um resort onde Johnny trabalha como dançarino. Através da dança eles se unirão e passarão boa parte do tempo juntos, surgindo, a partir daí, uma grande paixão. Quem nunca quis aprender a coreografia de "Time of My Life", música que marcou o filme?


Christian & Satine (Moulin Rouge, 2001) - Um jovem poeta se apaixona pela mais bela e cobiçada cortesã de um famoso clube noturno de Paris. Assim como tantos outros casais, eles enfrentam dificuldades para ficarem juntos, principalmente pela posição que ambos ocupam na sociedade e pelo rico Duque que deseja cortejar Satine de qualquer forma.


Sr. & Srª Smith (Sr. e Sra. Smith, 2005) - Casal literalmente explosivo e intenso, que mesmo se amando não pensa duas vezes de colocar o trabalho - perigoso, diga-se de passagem - entre eles. Amam-se de uma forma estranhamente diferente, se é que posso colocar assim.

Lucas & Jade (O Clone, 2001) - Eles se conheceram, apaixonaram-se perdidamente, mas não puderam ficar juntos por diferenças culturais. Depois de indas e vindas, muitas viagens para o Brasil e Marrocos, muitos desencontros e obstáculos que o impediam de ficar juntos de uma vez, e muitas cenas com aquela trilha sonora enjoativa de "Somente por amor, a gente põe a mão...", eles finalmente decidem esquecer o passado e consumir o amor para sempre.

Ross & Rachel (Friends, 1994-2004) - Um dos casais mais fofos que existem. Rachel é o amor de Ross desde que ele era adolescente, mas ela não ligava muito para ele. Já adultos, eles se reencontram e Rachel passa a se sentir atraída por Ross. Os dois vivem em pé de briga e em desencontros, não querem admitir que se amam mesmo que para isso tenham que sofrer de ciúmes. Você pode até ter assistido "Friends" milhões de vezes e saber que os dois vão ficar juntos no final, mas é  quase impossível não se sentir indignado quando eles não ficam logo apenas por orgulho.

Romeu & Julieta (Romeu e Julieta, de William Shakespeare) - Este aqui é o casal mais famoso de todos e o que mais representa que, para amar, vale tudo, até mesmo se matar. Os dois jovens se conheceram e se apaixonaram em questão de dias, mas não podiam assumir o amor deles a todos pois ambos vinham de famílias rivais. Namorando às escondidas, eles chegam até a se casar sem o consentimento dos pais. Entretanto, no final das contas, a vontade deles de ficarem juntos não vence, o que resulta no fatídico dia de suas mortes.

Tristão & Isolda (Lenda) - Graças a uma poção mágica e um grande mal entendido, os dois se apaixonam perdidamente. No entanto, Isolda estava prestes a se casar. Ela de fato se casa, mas nunca esquece de seu amado Tristão. Os dois, então, começam a ter um caso proibido e isso choca todas as pessoas da sociedade medieval da época. Dentre toda a tristeza por não poderem ficar juntos, a morte foi o resultado final deste amor. Tristão morre depois de uma batalha e Isolda morre de tristeza ao vê-lo morto.

Mr. Darcy & Elizabeth (Orgulho e Preconceito, de Jane Austen) - Este é o casal que vive entre tapas e beijos. Com julgamentos errados sobre o outro e alguns obstáculos que ficavam em seus caminhos, esses dois vivem brigando. Briga vai e briga vem, eles não querem admitir que se gostam e que a química entre eles é inegável e totalmente explosiva.

Edward & Bella (Crepúsculo, de Stephenie Meyer) - O típico casal "menina simples conhece o menino mais lindo da escola e se apaixona por ele e vice-versa", apenas com um porém: o menino é um vampiro centenário. O que seria um amor impossível, pois Edward precisa se dividir entre amar Bella e lutar contra o desejo de consumir o sangue dela, acaba tornando-se um amor dependente e quase obsessivo.


Ah, o amor... Lindo de ver e de presenciar, por mais que ele nos faça sofrer e traga as maiores inseguranças que um ser pode ter. Se você não namora, não se desespere e fique em estado de aflição. Quem disse que para ser feliz é preciso estar com alguém, não é? Aproveite a sua liberdade e a sua falta de compromisso, as vezes isso é tão bom. E para quem namora, passe um bom dia com o seu amado, mas não se esqueça que o dia dos namorados não passa de uma data comercial. Os outros dias do ano é que servem para demonstrar o que você de fato sente pelo seu companheiro.

Espero que vocês, leitores, tenham gostado desta pequena lista. Há milhares de casais por aí que mereciam entrar na lista, mas é difícil lembrar de todos, ainda mais quando existem tantos.


Deixe um comentário e transborde o amor! ♥ (brinks!)

Beijos :)


domingo, 13 de maio de 2012

#Especial dia das mães: Os vários tipos de mães

"Mãe é tudo igual". Quem nunca ouviu essa frase? Apesar de a maioria das mães possuírem algumas coisas em comum, há inúmeras outras coisas que as fazem ser diferentes e marcantes. Independente disso, uma mãe deve ser aquela que ampara, cuida, educa, dá amor e carinho ao seu filho. Por isso, em comemoração ao dia das mães, resolvi fazer um post mostrando os vários tipos de mães, tanto da literatura quanto do cinema e da televisão. 

As mães na literatura

Lilian Potter (Série Harry Potter): A mãe lutadora - Para salvar o filho das garras de Lord Voldemort, lutou até o fim para que o maior inimigo dos bruxos não fizesse mal ao filho dela. Lilian ofereceu sua vida em troca da vida de Harry, salvando-o.

Molly Weasley (Série Harry Potter): A mãe-urso - É uma mulher muito carinhosa e zelosa e fica no pé dos filhos para que eles se comportem bem. É forte, guerreira e preocupada com o bem-estar da família, a quem defende com unhas e dentes. 

Renée Dwyer (Saga Crepúsculo): A mãe-criança - Meio avoada e até mesmo sem muita maturidade, ela cuidou sozinha da filha quando decidiu se separar do marido. Por comportar-se como uma pessoa mais jovem, acabou sendo uma espécie de "filha" para Isabella Swan, sua filha, quem cuida mais dela do que ela a si própria.

Brooke Cavendar (Derby Girl): A mãe ausente - Não liga para os gostos das filhas, vindo então a impor os seus. É obcecada por concursos de beleza e acaba jogando suas frustrações em suas filhas.

Dona Benta (O Sítio do Pica-pau Amarelo): A mãe-avó - Senhora carinhosa, bondosa e amorosa. Cuida dos seus netos, Narizinho e Pedrinho, como se fossem seus filhos e os ajuda na maioria das situações.

As mães no cinema

Sara Fitzgerald (Uma Prova de Amor, 2009): A mãe cuidadosa - Ela é capaz de fazer e dar tudo pela saúde de sua filha que sofre de leucemia aguda. Para mostrar que sempre estará ao lado da filha e a apoiará no período do tratamento, Sara raspa todo o cabelo.



Michaela Odone (Óleo de Lorenzo, 1992):  A mãe guerreira - Quando seu filho é diagnosticado com uma doença degenerativa que não tem nenhuma forma tratamento, ela faz de tudo para encontrar a cura. Faz pesquisas por conta própria sobre a doença e possíveis formas de tratamento, até achar uma fórmula que faria seu filho viver por mais tempo. 



Leigh Anne Tuohy (Um Sonho Possível, 2009): A mãe zelosa - Ela tinha uma vida maravilhosa, era uma esposa dedicada e uma mãe maravilhosa. Quando fica sabendo sobre a vida de Big Mike, um rapaz negro e sem lar, ela decide adotá-lo e fazer de tudo para que Mike alcance todos os sonhos dele, indo contra toda a sociedade alta e preconceituosa.




Jacey Jeffries (Mãe aos Dezesseis, 2005): A mãe adolescente - Depois que fica grávida aos 16 anos, decide ficar com o seu bebê, vindo então a passar por várias dificuldades, não só pela falta de comunicação com sua mãe, mas também o preconceito que enfrenta por ter tido um filho na adolescência.



Christine Collins (A Troca, 2008): A mãe confiante - Assim que seu filho desaparece num dia comum, ela começa a procurar ensandecidamente por ele, sempre tendo esperança que um dia ele apareceria. Ela passa por perigos, mas nunca desiste.


Telly Paretta (Os Esquecidos, 2004): A mãe persistente - Depois que seu filho some num acidente de avião, fica deprimida e atormentada, fazendo com que as pessoas a sua volta se preocupassem com ela. Quando começam a falar que seu filho nunca existiu, ela tenta a todo custo provar a todos que seu filho existe e que ela própria não está louca. Assim ela entra em uma grande busca para saber o paradeiro do filho.







As mães na televisão

Dona Nenê (A Grande Família): A mãe atrapalhada - Para defender a família ela é capaz de tentar resolver as coisas do seu jeito, o que a faz sempre se meter em muitas trapalhadas. É a típica dona-de-casa que gosta de ver a família reunida.



Jay Kyle (Eu, a Patroa e as Crianças): A mãe complexada - Depois que perde seu emprego, passa a ser dona-de-casa, o que a deixa preocupada em perder sua independência. Ela está sempre se preocupando com a aparência e com o quilos a mais que ganha com as confusões e estresses da família.



Rochelle (Todo Mundo Odeia o Chris): A mãe estressada - Ela é super sincera quando tem que botar juízo na cabeça dos filhos Chris, Drew e Tonya. As vezes é severa e dura, mas no fundo, com seu gênio forte, ela ama e educa os filhos da forma que pode. É "pobre soberba", sempre se preocupando com o que as pessoas vão achar a seu respeito.


Dona Florinda (Chaves): A mãe protetora - A qualquer situação ela está a postos para proteger o seu filho, Quico, e bater em quem ousar mexer com ele. As vezes defende e passa a mão na cabeça do filho mesmo quando ele está errado e ela tem noção disso.



Evelyn Harper (Two and a Half Men): A mãe megera  - Seus filhos, Charlie e Alan, estão sempre correndo dela. Apesar disso, ela tem uma forma meio torta de amar os filhos, mesmo que seja sincera demais a ponto de apontar as frustrações de cada um, principalmente Alan.


Lorelai Gilmore (Gilmore Girls): A mãe-amiga - Teve sua filha, Rory, muito cedo, por isso as duas possuem uma relação muito aberta para conversas de variados temas, fazendo assim com que elas pareçam mais amigas do que mãe e filha. É uma mulher de um grande senso de humor e de espírito livre.








Foi até um pouco complicado de lembrar de todas essas e, provavelmente, eu estou esquecendo de alguma importante. É bem capaz de eu começar a me lembrar depois que este post for ao ar, mas tudo bem, vou dar uma trégua ao meu cérebro, rs. Se você se lembra de alguma, me fale nos comentários :)

Enfim... Hoje dê um grande abraço naquela que esteve sempre de braços abertos para lhe amparar e diga a ela o quanto você a ama. As palavras e os gestos de carinho valem mais do que qualquer presente, pois o presente, um dia, pode estragar, mas as palavras de amor permanecerão nas lembranças.

FELIZ DIA DAS MÃES!

Beijos :)