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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

#Série | Apartment 23


Eu tenho uma grande "crise de relacionamento" com séries, porque nunca consigo acompanhar no tempo certo e tenho uma enorme preguiça para baixar os episódios. Então demoro anos até conseguir reunir coragem para começar a procurar pelos episódios ou encontrar alguém que já os tenha, por isso até eu me atualizar em tudo leva um tempinho. E, bem, eu não me orgulho nadinha disso, confesso.

Por isso, imagine só o quão feliz eu fiquei em saber que, finalmente, uma das séries de meu interesse foi feita apenas para o outono e, sendo assim, teria uma temporada curtinha e eu poderia baixar e assistir a todos os episódios de uma só vez. Deixando a preguiça para lá, na primeira oportunidade que tive comecei a assistir "Apartment 23" (também conhecida como "Don't Trust the Bitch in Apartment 23"), uma série curta, de apenas sete episódios.


Toda a história gira em torno do tal apartamento 23, cujo qual a dona é uma total megera que adora infernizar a vida das suas colegas de quarto (meninas que dividem as contas do apartamento). A série começa nos apresentando a sonhadora June, uma menina do interior que tem toda a sua vida planejada, desde o trabalho dos sonhos até o casamento perfeito. Sua vida começa a dar uma grande guinada quando recebe um emprego numa importante empresa e consegue alugar um apartamento maravilhoso. Mas, de uma hora para outra, tudo dá errado, pois no primeiro dia de trabalho descobre que a empresa onde trabalharia faliu e seu tão maravilhoso apartamento foi interditado. Sem ter onde ficar, ela vai atrás de um lugar para morar e acaba indo parar no apartamento de Chloe, uma moça aparentemente dócil e normal.

O que ela não sabe, entretanto, é que Chloe não passa de uma megera genuína e dissimulada, que faz de um tudo para se dar bem às custas dos outros, roubando dinheiro das colegas de quarto, mentindo e brincando com a cara das pessoas. Mas June não é uma boba garota do interior como Chloe pensava, pois na primeira oportunidade, já percebendo as intenções nada amigáveis da megera, June inverte o jogo e mostra que também não está para brincadeira e que acreditar em Chloe não será uma das coisas em sua lista a se fazer. Apesar da gritante diferença entre as duas, elas acabam se dando bem e acostumando com o jeito uma da outra.


"Apartment 23" é uma série ágil e divertida, o que me faz lembrar um pouquinho de "New Girl" (da qual eu já falei aqui), principalmente nos tipos de piada e na velocidade em que as coisas acontecem. É uma série com episódios que duram em média 21 minutos, então não se assuste se achar que de repente os acontecimentos estão passando rápido demais, quase não te dando tempo de respirar. Em apenas um episódio a vida dos personagens dá um salto enorme, tudo pode acontecer ao mesmo tempo, não há enrolação. Confesso que algumas piadinhas são jogadas ao léu, mas algumas outras são certeiras e te pegam tão desprevenidamente, que é até difícil não dar uma risada. As várias situações inusitadas protagonizadas por Chloe e June são as responsáveis por essas piadas malucas e inesperadas.

Gostei bastante dos personagens secundários. Há Robin, uma vizinha e ex-moradora do apartamento 23, que tem uma leve obsessão por Chloe, apesar de ainda sentir raiva por tudo o que a megera a fez passar; há Eli, vizinho das garotas, que é um típico forever alone, namora uma boneca inflável e fica espiando as garotas da janela; e também há Mark, um rapaz que tinha tudo para dar certo como um líder em alguma empresa, mas por não conseguir arranjar trabalho em sua área, acaba indo trabalhar como gerente em uma cafeteria, lugar, inclusive, onde June vai trabalhar para pagar as contas.


Uma coisa muito legal e interessante é o fato de que o ator James Van Der Beek interpreta ele mesmo. É muito engraçado como ele consegue zoar consigo mesmo, mostrando como a sua vida se tornou depois que ele trabalhou durante anos na série "Dawson's Creek" (uma série super famosa que levou Katie Holmes e Michelle Williams ao estrelato).  Em "Apartment 23" ele mostra, de forma muito sarcástica, como ninguém o reconhece por nome, mas sim como o seu personagem Dawson Leery, e como ele não consegue mais nenhum outro emprego e nem ir a algum lugar sem que alguém fique perguntando coisas sobre a série anteriormente citada. É divertidíssimo. Ele é um grande amigo de Chloe e ela, do jeito que é, usa a fama e o charme do coitado para conseguir o que quer.

E não é só "Dawson's Creek" que é citada na série. "Apartment 23" faz várias referências à cultura pop, nos diálogos há várias menções a séries famosas, tais como Mad Men, Friends, Lost e Castle. Acho bacana essa metalinguagem.

Em geral, é uma série divertida, não a das mais engraçadas, mas é aquele tipo de série que você corre atrás para passar o tempo e relaxar. Aqui no Brasil, ela é transmitida pelo canal à cabo Fox, as segundas e domingos.

Agora fiquem com uma pequena imagem de quem é quem na série e um trailer para atiçar sua curiosidade:





E aí, gostaram?

Beijos :)

segunda-feira, 23 de julho de 2012

#Série | Grimm


Desde que comecei a assistir "Once Upon a Time" [veja o post sobre a série aqui], eu percebi o quanto sou encantada pelos contos de fada, pois até então eu tinha apenas aquela relação normal, que se baseava só no fato de eu ter crescido ouvindo essas historinhas cheias de fadas, princesas, príncipes e seres encantados. Eu acho interessantíssimo poder ver o quanto esses contos são diferentes quando visto por outras referências e como conseguimos transformá-los em histórias incríveis. Ver a diferença entre o conto mais "romantizado" na versão da Disney e o conto original, chega a ser fascinante. 

Por isso tudo, quando soube que uma nova série seria baseada nos contos dos Irmãos Grimm - os escritores de contos de fadas famosos como Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve, Cinderela, João e Maria, Rapunzel e A Bela Adormecida -, eu fiquei muito tentada a assistir. E como eu sou uma pessoa muito atrasada e quase nunca consigo acompanhar uma série logo de início, só consegui assisti-la recentemente.

A série "Grimm", da qual estou falando, consegue ter um roteiro tão original quanto o de "Once Upon a Time", apesar do primeiro ser muito mais sombrio do que o segundo. Esta série conta a história do detetive de homicídios Nick Buckhardt, um rapaz muito ágil e esperto em sua profissão, que começa a presenciar coisas muito estranhas, como ver o lado feio de algumas pessoas (elas parecem monstros). Quando sua tia Marie volta à cidade, ele fica sabendo do motivo de isso acontecer. Ele descobre que é descendente dos Grimm, um grupo anônimo de caçadores responsável por defender o mundo real contra as criaturas monstruosas, e que todas as histórias dos contos de fadas de fato aconteceram e foram escritas em livros como uma forma de alerta para as pessoas. 


O fato de Nick ser um Grimm pode trazer perigos para sua vida pessoal e profissional, pois os Wesens - nome dado às criaturas mágicas sobrenaturais - não poupam esforços de acabar com a vida de qualquer descendente dos Grimm e quem estiver associado a eles. Desta forma, ele não pode contar que é um Grimm para sua noiva, Juliette, e nem para seu parceiro de trabalho e amigo, Hank Griffin, colocando os dois em igual perigo.

Certo dia, quando está investigando mais um caso de homicídio, Nick conhece Monroe, uma criatura Wesen que vive em perfeito estado de harmonia entre a sua essência sobrenatural e o mundo humano, pois foi "reformado", ou seja, não traz mais perigo para as pessoas normais. Monroe é um Blutbad que, em outras palavras, vem a ser o famoso Lobo Mau dos contos. E é ele quem vai ajudar Nick a desvendar coisas sobre o mundo sobrenatural das criaturas e a entender tudo sobre o que pouco sabe, e isso vai acabar aproximando os dois e eles se tornam amigos.

Talvez lendo a sinopse a gente fica com aquela impressão de "Ué, mas cadê os contos de fadas propriamente ditos?". Eles não aparecem tão diretos, mas sim como o mistério que envolve os homicídios que Nick terá que desvendar. Cada episódio faz ligação com um conto. No episódio piloto, por exemplo, o homicídio da vez é de uma moça vestida com um capuz vermelho que estava correndo pela floresta e foi atacada por um lobo. E isso te lembra quem? Ao conto da Chapeuzinho Vermelho. E é desta forma que os contos são inseridos na série. O legal é que em cada episódio há uma citação do conto que aparecerá, o que nos faz logo ficar atentos aos detalhes, porque de uma forma ou outra é preciso saber sobre o que se trata o conto da vez.


Há um suspense em cada coisinha, desde a iluminação do ambiente onde a série ocorre até a forma como a câmera foca as pessoas. Parece que a todo instante você vai se deparar com alguma criatura horrenda ou que algo vai acontecer para te deixar em alerta. Achei todo esse mistério + suspense muito bem feito, fiquei o tempo todo muito presa aos acontecimentos à medida que passavam na tela. Fora que é muito legal ficar buscando os pequenos detalhes que te fazem lembrar dos contos. 

Como eu disse mais ali em cima, o roteiro é muito original. É super interessante a forma que encontraram de misturar investigação e os personagens famosos que tanto conhecemos, mas que aparecem aqui de uma outra forma, e é uma de genialidade sem tamanho terem criado tantos nomes para as criaturas Wesens. Se vocês derem uma pesquisada um pouco mais à fundo, verão uma lista completa com cada tipo de criatura, explicando o que cada uma delas é. Fico de queixo caído para tanta criatividade, devo tirar meu chapéu para isso.

Gostei bastante dos personagens. A relação entre Nick e Hank é aquela coisa de parceria mesmo, amigos além dos laços profissionais. E nem preciso falar do Monroe. A princípio achamos que ele é do mal, porém basta conhecermos um pouco mais dele para percebemos que ele é bem engraçado de um jeito irônico, sempre com um comentário na ponta língua. Quando Nick faz alguma pergunta boba, Monroe vem logo com um "Você é idiota ou o quê?"

Ainda estou assistindo ao segundo episódio, mas já posso garantir que a série promete muito. Dei uma lida no que vai acontecer em seguida e parece que só tende a melhorar muito. 

"Grimm" passa toda segunda-feira, às 23:00, no canal Universal Channel. 






Beijos :)

domingo, 1 de julho de 2012

#Série | Good Christian Belles (GCB)


Quando eu soube que a Kristin Chenoweth estava protagonizando uma série, na hora eu quis conferir sobre o que essa série falava, isso porque a Kristin fez um dos musicais que eu mais admiro nessa minha vida. E posso dizer que não me arrependi de ter assistido ao seriado que, embora curtinho, só tendo uma temporada com dez episódios, eu adorei, principalmente porque faz críticas a diversos fatores da sociedade - e quando isso se une a comédia, então, fica melhor ainda.

"Good Christian Belles", conhecido também por GCB, conta a história de Amanda Vaughn, uma mulher que acabou de ficar viúva e perdeu tudo o que tinha por conta dos golpes do falecido marido. Sem ter para onde ir, a única escapatória é morar novamente com sua mãe maluca, Gigi, que tenta ensinar a ela como educar seus filhos - da maneira errada. Sendo assim, ela acaba voltando com os filhos para a sua cidade natal, Dallas, no Texas, e pensa que tudo irá mudar. Quando volta à cidade, vira motivo de fofoca, já que ela, uma das poucas que havia saído de lá, retorna arruinada. As maiores fofocas são feitas por quatro desafetos seus: Carlene, Sharon, Cricket e Heather, mulheres de quem ela zombou durante todo o tempo em que estudaram juntas. Carlene, antes a feiosa da turma, passou por uma grande transformação e hoje vive de roupas de grife e num mundo luxuoso; Sharon, que na época da adolescência era uma das mais belas da escola, agora virou dona-de-casa e encontrou na comida a fuga dos seus problemas, passando a comer muito e perdendo todo o corpinho de outrora; Cricket, que perdeu seu namorado para Amanda quando eram adolescentes, tornou-se uma mulher bem sucedida e vive um casamento de aparências, pois seu marido é gay; e Heather, antes meio invisível na escola, virou uma mulher importante para os negócios da cidade e é a única que parece gostar mais de Amanda, aceitando as desculpas desta.

                               

Apesar de Amanda ter mudado muito dos tempos de escola até o momento presente, se tornando uma pessoa madura e sem julgar os outros por pouco, as "fofoqueiras" não se importam, querem mesmo é tornar a vida de Amanda um inferno, assim como ela fez com as delas muitos anos atrás. Então, com o comando de Carlene, todas fazem de um tudo para Amanda se dar mal. E elas sempre justificam seus atos com alguma frase religiosa e usam a igreja para mostrar ainda mais suas mágoas e seus rancores.

Adorei a série, de verdade. A forma encontrada de criticar as justificativas mesquinhas para se fazer algo usando o nome da religião, foi fantástica. As pessoas são hipócritas, vivem da aparência, se vangloriam de feitos do passado (ou se prendem a mágoas passadas), ficam no empasse de fazer o bem e/ou o mal e tantas outras características mais humanas impossíveis. 

Os personagens são ótimos e cada um possui uma personalidade marcante, bem detalhada, cheia de estereótipos e representam perfeitamente muitas figuras do nosso meio. Os atores conseguem dar o tom exato para seu respectivo personagem. Gigi, a mãe de Amanda, é aquele tipo de mulher meio maluca, dondoca e beberrona (um contraste ao luxo em que vive), acima de qualquer fofoca e que não liga muito para os preceitos morais, pois ensinou a filha a ser meio interesseira e usar a beleza para conseguir as coisas e, anos depois, tenta ensinar o mesmo para a neta, que se transforma depois que passa a morar com a avó, passando a vestir roupas curtas, o que não agrada nada Amanda. Outro coadjuvante que, embora não dê para saber muito sobre ele logo de cara, mas tem uma representação muito legal, é Blake Reilly, marido de Cricket, um homossexual não assumido que prefere ter um casamento de fachada do que assumir sua orientação sexual e chocar as pessoas hipócritas da high society. Personagens reais como esses são um prato cheio.



Apesar de ter gostado, tenho algumas outras coisas para apontar. Por só ter dez episódios, cada episódio contém muito informação, as coisas vão passando rápido e a história se desenvolve em pouco tempo. Isso pode dar uma certa confusão, ficamos meio perdidos no meio de tanta coisa acontecendo. Mal dá para pegar o nome de certos personagens, como os maridos das antagonistas, por exemplo. O certo seria ter mais episódios para que isso não acontecesse, mas eu sei que não seria possível, pois a série tinha um tempo exato para começar e terminar.

GCB foi baseada no livro "Good Christian Bitches", de Kim Gatlin, e produzida para substituir a série "Pan AM", que entrava de férias e voltaria depois. Infelizmente, a série foi cancelada com apenas 1 temporada, apesar de uma boa aceitação por parte do público e a grande campanha que fizeram para que ela continuasse. Acredito que foi cancelada pelos boicotes que estavam fazendo, com certeza os religiosos mais fanáticos não ficaram satisfeitos com as críticas que a série fazia. Parece que as pessoas só gostam de ver o mundo cor-de-rosa sendo retratado. Uma pena!
Aqui no Brasil a séria passa toda terça-feira, às 22:00 hrs, no canal a cabo Sony. Ainda dá tempo de acompanhar, acredito que ainda está passando o 5º episódio. E para terminar, deixo vocês com o trailer e uma montagem de quem é quem a série (clique na imagem para ampliar):




E aí, gostou da dica de hoje?

Beijos :)


terça-feira, 12 de junho de 2012

#Especial Dia dos Namorados: Casais famosos

Se tem uma época em que o amor parece andar solto, é a época que o dia dos namorados se aproxima. E é justamente por isso que hoje, nesta data especial para os mais românticos, trago uma lista com alguns casais conhecidos e que marcaram de certa forma.

Jack & Rose (Titanic, 1997) - Quem não torceu para esse casal, não é mesmo? Torceu desde o momento em que eles se conheceram e sofreram alguns percalços por causa de diferenças sociais. E quem também não ficou inconsolado com a morte de Jack, quando ele e sua amada haviam conseguido se salvar do naufrágio do Titanic? Algumas pessoas até hoje não se conformam com isso, principalmente com o fato de Jack não ter conseguido subir naquele maldito pedaço de madeira que foi o responsável pela sobrevivência de Rose.

Danny & Sandy (Grease, 1978) - O típico casal completamente diferente, em que uma menina "certinha" se apaixona pelo "bad boy" e vice-versa. Quem não ficou chateado quando Danny, para fazer "tipo", finge não conhecer Sandy quando eles se reencontram depois de terem vivido um verão inteiro de paixão? E quem, mais ainda, não torceu para que eles ficassem logo juntos, mesmo com tantas diferenças?

Johnny & Baby (Dirty Dancing, 1987) - Casal sensual que se conhece no verão, quando Baby vai passar as férias com sua família em um resort onde Johnny trabalha como dançarino. Através da dança eles se unirão e passarão boa parte do tempo juntos, surgindo, a partir daí, uma grande paixão. Quem nunca quis aprender a coreografia de "Time of My Life", música que marcou o filme?


Christian & Satine (Moulin Rouge, 2001) - Um jovem poeta se apaixona pela mais bela e cobiçada cortesã de um famoso clube noturno de Paris. Assim como tantos outros casais, eles enfrentam dificuldades para ficarem juntos, principalmente pela posição que ambos ocupam na sociedade e pelo rico Duque que deseja cortejar Satine de qualquer forma.


Sr. & Srª Smith (Sr. e Sra. Smith, 2005) - Casal literalmente explosivo e intenso, que mesmo se amando não pensa duas vezes de colocar o trabalho - perigoso, diga-se de passagem - entre eles. Amam-se de uma forma estranhamente diferente, se é que posso colocar assim.

Lucas & Jade (O Clone, 2001) - Eles se conheceram, apaixonaram-se perdidamente, mas não puderam ficar juntos por diferenças culturais. Depois de indas e vindas, muitas viagens para o Brasil e Marrocos, muitos desencontros e obstáculos que o impediam de ficar juntos de uma vez, e muitas cenas com aquela trilha sonora enjoativa de "Somente por amor, a gente põe a mão...", eles finalmente decidem esquecer o passado e consumir o amor para sempre.

Ross & Rachel (Friends, 1994-2004) - Um dos casais mais fofos que existem. Rachel é o amor de Ross desde que ele era adolescente, mas ela não ligava muito para ele. Já adultos, eles se reencontram e Rachel passa a se sentir atraída por Ross. Os dois vivem em pé de briga e em desencontros, não querem admitir que se amam mesmo que para isso tenham que sofrer de ciúmes. Você pode até ter assistido "Friends" milhões de vezes e saber que os dois vão ficar juntos no final, mas é  quase impossível não se sentir indignado quando eles não ficam logo apenas por orgulho.

Romeu & Julieta (Romeu e Julieta, de William Shakespeare) - Este aqui é o casal mais famoso de todos e o que mais representa que, para amar, vale tudo, até mesmo se matar. Os dois jovens se conheceram e se apaixonaram em questão de dias, mas não podiam assumir o amor deles a todos pois ambos vinham de famílias rivais. Namorando às escondidas, eles chegam até a se casar sem o consentimento dos pais. Entretanto, no final das contas, a vontade deles de ficarem juntos não vence, o que resulta no fatídico dia de suas mortes.

Tristão & Isolda (Lenda) - Graças a uma poção mágica e um grande mal entendido, os dois se apaixonam perdidamente. No entanto, Isolda estava prestes a se casar. Ela de fato se casa, mas nunca esquece de seu amado Tristão. Os dois, então, começam a ter um caso proibido e isso choca todas as pessoas da sociedade medieval da época. Dentre toda a tristeza por não poderem ficar juntos, a morte foi o resultado final deste amor. Tristão morre depois de uma batalha e Isolda morre de tristeza ao vê-lo morto.

Mr. Darcy & Elizabeth (Orgulho e Preconceito, de Jane Austen) - Este é o casal que vive entre tapas e beijos. Com julgamentos errados sobre o outro e alguns obstáculos que ficavam em seus caminhos, esses dois vivem brigando. Briga vai e briga vem, eles não querem admitir que se gostam e que a química entre eles é inegável e totalmente explosiva.

Edward & Bella (Crepúsculo, de Stephenie Meyer) - O típico casal "menina simples conhece o menino mais lindo da escola e se apaixona por ele e vice-versa", apenas com um porém: o menino é um vampiro centenário. O que seria um amor impossível, pois Edward precisa se dividir entre amar Bella e lutar contra o desejo de consumir o sangue dela, acaba tornando-se um amor dependente e quase obsessivo.


Ah, o amor... Lindo de ver e de presenciar, por mais que ele nos faça sofrer e traga as maiores inseguranças que um ser pode ter. Se você não namora, não se desespere e fique em estado de aflição. Quem disse que para ser feliz é preciso estar com alguém, não é? Aproveite a sua liberdade e a sua falta de compromisso, as vezes isso é tão bom. E para quem namora, passe um bom dia com o seu amado, mas não se esqueça que o dia dos namorados não passa de uma data comercial. Os outros dias do ano é que servem para demonstrar o que você de fato sente pelo seu companheiro.

Espero que vocês, leitores, tenham gostado desta pequena lista. Há milhares de casais por aí que mereciam entrar na lista, mas é difícil lembrar de todos, ainda mais quando existem tantos.


Deixe um comentário e transborde o amor! ♥ (brinks!)

Beijos :)


sábado, 19 de maio de 2012

#Série | New Girl


Mesmo que esta série tenha estreado há um mês, só agora tive a oportunidade de assisti-la desde o primeiro episódio. Eu não estava com grandes expectativas, pois havia escutado alguns comentários não muito animados sobre ela. Eu mesma já tinha assistido a um episódio e fiquei meio que com um pé atrás. Não me senti motivada. Mas, como 15 episódios da série vieram parar em minhas mãos, decidi dar uma chance. Oras, por que não, não é mesmo? Tem a fofa da Zooey Deschanel como protagonista, isso já é um incentivo a mais.

"New Girl" centra-se nas confusões e loucuras de Jess, uma moça meio esquisita e "lelé da cuca" que, depois de pegar o namorado no flagra traindo-a, decide procurar um novo lugar para morar. Ao procurar na internet por um apartamento, acaba parando na casa de Nick, Schmidt e Coach (que a partir do segundo episódio será substituído por Winston), três solteirões com personalidades diferentes, mas que são amigos bem próximos. Quando Jess muda-se para o apartamento, eles terão que se adaptar aos hábitos um tanto estranhos dela, como, por exemplo, cantar a qualquer momento e fazer danças constrangedoras. Ao mesmo tempo que eles passam a conhecê-la, precisam também ajudá-la a superar o fim do relacionamento, assim como ensiná-la mais sobre a vida. E ela, de uma forma meio torta, acaba ensinando-os muitas coisas sobre eles mesmos.


Achei a série engraçadinha, dá para arrancar umas risadas, porém as piadas, em sua maioria, são forçadas demais. Tem algumas coisas ali que você percebe que foram feitas para te fazer rir, mas você não consegue esboçar nem um sorriso. Talvez isso aconteça porque a personagem principal é meio maluca, então certas coisas que ela faz não têm sentido algum, acabam ficando meio bobas. 

O que eu gostei mesmo foi das personalidades bem definidas dos personagens secundários. Nick é um barman que se faz de forte, mas que na verdade é um grande romântico que ainda sofre com o fim do seu relacionamento com Caroline, sua antiga namorada, a quem ele sempre telefona quando está bêbado. Schmidt é o típico garanhão, sempre azarando as mulheres e falando besteiras em momentos inapropriados, e no final não consegue ficar com mulher alguma. Winston é um jogador de basquete que agora procura um novo emprego fora das quadras. E também há Cece, melhor amiga de Jess, uma modelo, bonitona, independente, que não se deixa cair nos charmes de qualquer homem.


Uma coisa que eu achei muito chata foi a saída de Damon Wayans Jr, que interpretava Coach. Ele só participou do primeiro episódio e depois teve que abandonar a série, pois estava com um outro trabalho e não poderia permanecer. A saída do personagem dele foi mal explicada, poderiam ter feito melhor, assim não ficaria confuso. Fora que eu achei que o personagem fazia uma grande presença no grupo. Enquanto Nick é o romântico, Schmidt o garanhão, Coach era o grosseiro, que não sabia como conversar com uma garota. Isso era até engraçado, porque ele falava como se estivesse conversando com um homem. Mas tudo bem, colocaram Winston no lugar.

Cada episódio da série dura em média 20 minutos, então algumas coisinhas passam rápido demais, não dá tempo de respirar. Entretanto, para quem gosta de uma distração, "New Girl" é uma ótima opção, dá para assistir numa boa.

Agora eu deixo vocês com uma foto mostrando quem é quem na série (Clique na imagem para ampliar) e o trailer. Veja abaixo:




Aqui no Brasil, a série é transmitida todas as quartas-feiras, às 22:30, no canal à cabo Fox. 

E aí, gostou da dica?

Beijos :)

domingo, 13 de maio de 2012

#Especial dia das mães: Os vários tipos de mães

"Mãe é tudo igual". Quem nunca ouviu essa frase? Apesar de a maioria das mães possuírem algumas coisas em comum, há inúmeras outras coisas que as fazem ser diferentes e marcantes. Independente disso, uma mãe deve ser aquela que ampara, cuida, educa, dá amor e carinho ao seu filho. Por isso, em comemoração ao dia das mães, resolvi fazer um post mostrando os vários tipos de mães, tanto da literatura quanto do cinema e da televisão. 

As mães na literatura

Lilian Potter (Série Harry Potter): A mãe lutadora - Para salvar o filho das garras de Lord Voldemort, lutou até o fim para que o maior inimigo dos bruxos não fizesse mal ao filho dela. Lilian ofereceu sua vida em troca da vida de Harry, salvando-o.

Molly Weasley (Série Harry Potter): A mãe-urso - É uma mulher muito carinhosa e zelosa e fica no pé dos filhos para que eles se comportem bem. É forte, guerreira e preocupada com o bem-estar da família, a quem defende com unhas e dentes. 

Renée Dwyer (Saga Crepúsculo): A mãe-criança - Meio avoada e até mesmo sem muita maturidade, ela cuidou sozinha da filha quando decidiu se separar do marido. Por comportar-se como uma pessoa mais jovem, acabou sendo uma espécie de "filha" para Isabella Swan, sua filha, quem cuida mais dela do que ela a si própria.

Brooke Cavendar (Derby Girl): A mãe ausente - Não liga para os gostos das filhas, vindo então a impor os seus. É obcecada por concursos de beleza e acaba jogando suas frustrações em suas filhas.

Dona Benta (O Sítio do Pica-pau Amarelo): A mãe-avó - Senhora carinhosa, bondosa e amorosa. Cuida dos seus netos, Narizinho e Pedrinho, como se fossem seus filhos e os ajuda na maioria das situações.

As mães no cinema

Sara Fitzgerald (Uma Prova de Amor, 2009): A mãe cuidadosa - Ela é capaz de fazer e dar tudo pela saúde de sua filha que sofre de leucemia aguda. Para mostrar que sempre estará ao lado da filha e a apoiará no período do tratamento, Sara raspa todo o cabelo.



Michaela Odone (Óleo de Lorenzo, 1992):  A mãe guerreira - Quando seu filho é diagnosticado com uma doença degenerativa que não tem nenhuma forma tratamento, ela faz de tudo para encontrar a cura. Faz pesquisas por conta própria sobre a doença e possíveis formas de tratamento, até achar uma fórmula que faria seu filho viver por mais tempo. 



Leigh Anne Tuohy (Um Sonho Possível, 2009): A mãe zelosa - Ela tinha uma vida maravilhosa, era uma esposa dedicada e uma mãe maravilhosa. Quando fica sabendo sobre a vida de Big Mike, um rapaz negro e sem lar, ela decide adotá-lo e fazer de tudo para que Mike alcance todos os sonhos dele, indo contra toda a sociedade alta e preconceituosa.




Jacey Jeffries (Mãe aos Dezesseis, 2005): A mãe adolescente - Depois que fica grávida aos 16 anos, decide ficar com o seu bebê, vindo então a passar por várias dificuldades, não só pela falta de comunicação com sua mãe, mas também o preconceito que enfrenta por ter tido um filho na adolescência.



Christine Collins (A Troca, 2008): A mãe confiante - Assim que seu filho desaparece num dia comum, ela começa a procurar ensandecidamente por ele, sempre tendo esperança que um dia ele apareceria. Ela passa por perigos, mas nunca desiste.


Telly Paretta (Os Esquecidos, 2004): A mãe persistente - Depois que seu filho some num acidente de avião, fica deprimida e atormentada, fazendo com que as pessoas a sua volta se preocupassem com ela. Quando começam a falar que seu filho nunca existiu, ela tenta a todo custo provar a todos que seu filho existe e que ela própria não está louca. Assim ela entra em uma grande busca para saber o paradeiro do filho.







As mães na televisão

Dona Nenê (A Grande Família): A mãe atrapalhada - Para defender a família ela é capaz de tentar resolver as coisas do seu jeito, o que a faz sempre se meter em muitas trapalhadas. É a típica dona-de-casa que gosta de ver a família reunida.



Jay Kyle (Eu, a Patroa e as Crianças): A mãe complexada - Depois que perde seu emprego, passa a ser dona-de-casa, o que a deixa preocupada em perder sua independência. Ela está sempre se preocupando com a aparência e com o quilos a mais que ganha com as confusões e estresses da família.



Rochelle (Todo Mundo Odeia o Chris): A mãe estressada - Ela é super sincera quando tem que botar juízo na cabeça dos filhos Chris, Drew e Tonya. As vezes é severa e dura, mas no fundo, com seu gênio forte, ela ama e educa os filhos da forma que pode. É "pobre soberba", sempre se preocupando com o que as pessoas vão achar a seu respeito.


Dona Florinda (Chaves): A mãe protetora - A qualquer situação ela está a postos para proteger o seu filho, Quico, e bater em quem ousar mexer com ele. As vezes defende e passa a mão na cabeça do filho mesmo quando ele está errado e ela tem noção disso.



Evelyn Harper (Two and a Half Men): A mãe megera  - Seus filhos, Charlie e Alan, estão sempre correndo dela. Apesar disso, ela tem uma forma meio torta de amar os filhos, mesmo que seja sincera demais a ponto de apontar as frustrações de cada um, principalmente Alan.


Lorelai Gilmore (Gilmore Girls): A mãe-amiga - Teve sua filha, Rory, muito cedo, por isso as duas possuem uma relação muito aberta para conversas de variados temas, fazendo assim com que elas pareçam mais amigas do que mãe e filha. É uma mulher de um grande senso de humor e de espírito livre.








Foi até um pouco complicado de lembrar de todas essas e, provavelmente, eu estou esquecendo de alguma importante. É bem capaz de eu começar a me lembrar depois que este post for ao ar, mas tudo bem, vou dar uma trégua ao meu cérebro, rs. Se você se lembra de alguma, me fale nos comentários :)

Enfim... Hoje dê um grande abraço naquela que esteve sempre de braços abertos para lhe amparar e diga a ela o quanto você a ama. As palavras e os gestos de carinho valem mais do que qualquer presente, pois o presente, um dia, pode estragar, mas as palavras de amor permanecerão nas lembranças.

FELIZ DIA DAS MÃES!

Beijos :)


sábado, 28 de abril de 2012

#Série | Happily Divorced

Imagem: Retirada do Google

Nesta série, que estreou no último dia 22 de Abril aqui no Brasil, Fran Drescher, a famosa atriz de voz anasalada e riso engraçado e mais conhecida pelo seu papel em "The Nanny", volta com tudo à televisão, atuando, produzindo e escrevendo. Prometendo arrancar muitas risadas do público, ela pega um fato que aconteceu consigo na vida real e o transforma numa série de TV.

"Happily Divorced" conta a história de um casal em processo de divórcio após 18 anos de relacionamento. Fran Lovett vê seu casamento ir por água abaixo quando seu marido Peter Lovett, de repente, lhe confessa que é gay. Sem pensar duas vezes, ela pede o divórcio. Mas, apesar do casamento ter acabado, os dois permanecem amigos. Peter, inclusive, continua a morar com Fran na casa que até então era do casal, pois não tem condições de bancar um outro lar para si. E isso, é claro, trará muitas confusões. Os pais de Fran, que adoram o ex-genro e já pareciam notar que ele era gay, ao invés de repudia-lo, continuam a apoiá-lo, o que mostra que eles tinham uma relação muito boa.

Imagem: Site PopTower

Com a interpretação cômica e sem esforços de Fran Drescher e mais algumas piadas feitas na medida certa - e outras nem tanto, devo confessar -, já deu para ver que em seu episódio de estreia, "Happily Divorced" promete de verdade. Todos os personagens estão na medida, o que já mostra ser um bom resultado do roteiro - escrito em parceria por Fran e seu ex-marido Peter Marc-Jacobson.

O elenco foi bem escolhido, cada um parece dar o tom certo e esperado para os personagens. Além disso, há a participação de Tichina Arnold, a nossa querida e idolatrada Rochelle de "Todo Mundo Odeia o Chris", interpretando Judi, a melhor amiga de Fran Lovett.

Imagem: Site PopTower

Um fato marcante que deve ser notado é a Fran Drescher novamente interpretar alguém com o mesmo nome que o seu. Em todas as séries que ela participou, seja "The Nanny" assim como "Living with Fran", ela dá vida a alguém de nome "Fran". Não sei o motivo disso tudo, mas acho interessante - e as vezes até meio confuso, rs.

Descobri a série por acaso na internet e não sabia que havia estreado há pouco tempo no Brasil, então agora vou acompanhar pela televisão. Para quem se interessou, "Happily Divorced" é exibido aos domingos, às 20:30, no canal à cabo Comedy Central. Nos Estados Unidos, a série já está em sua segunda temporada.

Veja abaixo quem é quem na série (Clique para aumentar a imagem):



Como eu não achei o trailer da série no youtube, só no IMDB, e eu não sei como incorporar o vídeo de lá, deixo com vocês o link para assistir (está em inglês, mas dá para ter uma noção da série): http://www.imdb.com/video/imdb/vi3467025433/

E essa foi a dica de hoje. Comenta aí embaixo e me fale sobre o post de hoje!

Beijos :)



quarta-feira, 18 de abril de 2012

#Série | Once Upon a Time

Imagem: Retirada do Google

Antes de começar, preciso dizer que esta série necessita entrar no topo da sua lista de séries a serem assistidas - caso você ainda não esteja acompanhando - porque é simplesmente fascinante. Se você gosta de contos de fada e gostaria de voltar a aqueles bons tempos de quando viajava ao ouvir as estórias das princesas e seus príncipes, você deve correr para assistir a "Once Upon a Time".

Envolvendo o mundo real com o mundo fantástico dos contos de fada, "Once Upon a Time" (traduzindo: Era uma vez) consegue te envolver de tal maneira, que você busca as estórias lá na sua mente, te fazendo lembrar e até mesmo pesquisar os pormenores de cada uma. Bem, pelo menos foi assim comigo!

O enredo interessantíssimo da série é o seguinte: Em um lugar distante cheio de criaturas mágicas, onde vivem os famosos personagens dos contos de fada, a Rainha Má invade o casamento de Branca de Neve e Príncipe Encantado e joga uma terrível maldição no reino, maldição essa que condena todos a viverem parados no tempo e em um mundo onde não há finais felizes. Preocupados com o futuro do bebê que esperam, Branca de Neve e o Príncipe Encantado vão até Rumpelstiltskin pedir a ele que lhes conte sobre a maldição. Ele conta todo o perigo que o reino corre e revela que só o bebê que está na barriga de Branca de Neve é quem pode salvá-los. Segundo ele, após 28 anos o bebê já adulto voltará para o seu local de origem e, finalmente, acabará com a maldição. No meio de tanto caos, Branca de Neve dá a luz a uma menina, a quem chama de Emma. A criança é colocada em um armário - feito por Gepeto e Pinóquio - que a protegerá dos males. Quando a maldição faz-se presente, Emma desaparece.

28 anos se passam e nós conhecemos a solitária Emma Swan, uma agente e caçadora de recompensas que não conhece seus pais biológicos. No dia em que está completando 28 anos, ela recebe a inesperada visita de Henry, que vem a ser seu filho a quem ela abandonou há 10 anos assim que ele nasceu. O menino será o responsável pelo retorno de Emma ao local onde ela nasceu, pois ele, ao ler um livro sobre contos de fada (chamado "Once Upon a Time"), fica ciente da grande maldição que ronda a cidade Storybrooke - localizada no Estado de Maine, nos Estados Unidos - e vai procurar Emma para lhe contar. Sem ter saída, ela leva Henry de volta para a casa onde ele mora e fica sabendo por ele do grande mistério dos moradores da cidade e que, inclusive, nenhum deles se lembra de sua real identidade. Ela, é claro, não acredita no garoto e pensa que tudo isso não passa da imaginação de uma criança. Assim que chega a casa dos pais adotivos de Henry, descobrimos que a mãe dele é a prefeita da cidade, uma mulher dura chamada Regina, que é nada mais nada menos que a Rainha Má. Depois de entregar Henry, Emma tenta voltar para casa, mas não consegue, pois sofre um acidente de carro. Isso acontece porque, segundo a maldição, uma vez que alguém entra na cidade, não pode deixá-la. E é a partir da permanência de Emma na cidade por 1 semana, que toda a trama se desenrolará.

Imagem: Retirada do Google

O que achei interessante foi a forma como encontraram de fazer os links entre o mundo real (EUA atual) e o mundo da floresta encantada. A Rainha Má, que no mundo real é Regina, sempre se veste com roupas mais escuras, aparece perto de maçãs e pensando na frente do espelho. O mesmo se dá com Mary, a Branca de Neve no mundo atual, que veste-se de uma forma mais romântica, é bondosa, tem um cuidado especial com os animais e ajuda as pessoas, e Mr. Gold, o Rumplestiltskin, que me parece ser uma pessoa ligada ao dinheiro - daí o nome "Gold", que em português significa "Ouro". Se você não estiver prestando atenção e não buscar na sua memória as personalidades dos personagens dos contos de fada, não consegue identificar o gancho.

Logo no início é empolgante como você se envolve e fica ansioso para ver como os personagens do mundo fantástico se transformaram no mundo real, como eles estão caracterizados. E falando nisso, o figurino está maravilhoso e os efeitos especiais incríveis, coisa de cinema mesmo. Como eu já disse, é incrivelmente fascinante!

A série estreou faz pouco tempo aqui no Brasil. É exibida toda quinta-feira, às 21:00, no canal à cabo Sony. Para quem se interessou e quer assistir logo, já que nos EUA a primeira temporada já está em reta final, na internet é fácil encontrar os episódios para baixar ou assistir online, é só jogar no google ou procurar nos sites específicos de séries.

Veja abaixo quem é quem na série (clique na figura para aumentar):

Personagens principais
Imagens: Once Upon a Time Brasil / Montagem: Dicas ou Travessuras


Agora um trailer para te deixar com mais fome para assistir a essa série:


Gostou da dica? O que achou? Deixa um comentário aí embaixo me dizendo algo sobre!

Beijos ;)